segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Oficina de Suco de Couve

Alunos da 7A realizam Oficina de Suco de Couve

O suco é fonte de ácido fólico, ferro e vitamina C, combinação que facilita a absorção de ferro no intestino, contribuindo assim para a prevenção da anemia. Possui também cálcio e magnésio, combinação excelente para a fixação de cálcio nos ossos. Além disso, é fonte de glicosinolato, substância que pode auxiliar as células a promover a destoxificação, eliminação de toxinas que se acumulam no organismo. O bagaço da couve é fonte de fibras que, associado ao consumo de água e à prática de atividade física, favorece o bom funcionamento do intestino. 

Ingredientes:

3 folhas grandes, com os talos, de couve manteiga 
Suco de 3 limões 
1,5 litro de água 
Açúcar a gosto


Modo de fazer:

Liquidifique a couve com a água, coe e reserve o bagaço. Acrescente o  suco de limão e adoce a gosto. 
Dicas: 
- O bagaço pode ser adicionado ao feijão, arroz ou ensopado de carne.


Esta receita é do Programa Cozinha Brasil
O Programa tem o objetivo de incentivar o melhor uso dos alimentos, através da educação nutricional. O curso, que passa por todas as regiões do Estado, é gratuito e tem duração de 10 horas. Mais informações sobre o Cozinha Brasil podem ser obtidas pelo endereço www.sesi.org.br/cozinhabrasil




quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Manutenção da Horta Mandala

Manejo Sustentável do solo
"É da vida que existe dentro do solo que depende toda a vida que existe sobre o solo. É uma fantástica fábrica de vida onde trabalham dia e noite milhões de organismos vivos."



A manutenção da horta pode ser uma atividade agradável com trocas de conhecimentos e experiências. A idéia é a interação dos alunos e os elementos da natureza,  de modo que eles percebam todo o seu funcionamento.  Uma horta está em constante movimento , as plantas precisam de água  e  a terra dos nutrientes para se alimentar,  além do sol.  É preciso manter sempre o solo coberto e úmido, principalmente em épocas de estiagem.
Alunos:  Júlio, Júlio Cesar, Nivaldo, Jonata Silvio e Vitor 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Participação da Escola Dinorá na RIO+20

Alunos e professores da Escola Dinorá na RIO+20


A vontade de mudança  e a intenção de assumir responsabilidades pautaram as atividades da juventude na Rio+20. Ao contrário das gerações mais velhas, os jovens brasileiros aprenderam desde cedo nas escolas a importância de respeitar o meio ambiente, e é por isso, que eles  tem um papel especial na sociedade em favor da sustentabilidade. 

A Conferência das Nações Unidas Sobre o Desenvolvimento Sustentável, aconteceu no Rio de Janeiro  em junho de 2012 – vinte anos após o marco que representou a Cúpula da Terra (Rio 92). Foi um encontro muito importante que reuniu lideres mundiais juntamente com milhares de participantes do setor privado, ONGs e outras organizações para formular soluções que possam ajudar a reduzir a pobreza, promover maior igualdade social e principalmente a oportunidade discutir o mundo que queremos para daqui a vinte anos.
Os problemas que enfrentamos no mundo hoje não são novos, mas certamente mais graves e complexos. À medida que a população mundial aumenta, nós enfrentamos questões como segurança alimentar, falta de água, mudanças climáticas, e são os povos mais pobres do mundo que enfrentam as piores situações. Mais do que nunca, a transição para um novo tipo de desenvolvimento que tenha como pilares o bem estar social, a prosperidade econômica e a preservação ambiental se faz necessária
A participação dos estudantes da E.E. Profª. Dinorá P. R. Brito na Conferência aconteceu através do convite feito pelo Sr. Mika Vanhanen, diretor do  Programa ENO – que é uma Rede Global para o desenvolvimento sustentável sediado em Joensuu, na Finlândia que tem o objetivo de plantar cem milhões de árvores no mundo.   A escola participa do Programa ENO desde 2009 e já plantou mais de dez mil árvores na região
Durante a participação na Conferência os estudantes entraram em contato com a grande diversidade de culturas e pensamentos e tiveram a oportunidade de presenciar vários processos de discussão sobre economia, política, meio ambiente e sustentabilidade. Foi uma experiência gratificante, pois  potencializa o  protagonismo dos jovens, que passam de espectadores das decisões tomadas pelos governos, a participantes ativos de uma construção política que pertence a todos.
Para Janaina Verdum, aluna do 2º Ensino Médio,  “Foi um sentimento  inexplicável participar de um acontecimento tão importante para o planeta, pois, eu tive a oportunidade de conhecer pessoas com várias opiniões diferentes, mas com o mesmo desejo que o meu,  colaborar para um mundo melhor. Experiências como esta são grandes incentivos para que os estudantes participem não só dos problemas ambientais da escola  mais se envolvam em outras questões políticas e educacionais.”  

O estudante Emanuel Coutinho do  1º ano Ensino Médio, conta que  a oportunidade de participar da Conferência e ter  contato com outras pessoas e culturas foi única, encontrou pessoas  de várias partes do mundo, que viajaram dias para participar das discussões. - Eu me senti privilegiado pela oportunidade pois estudando sempre em  escola pública, nunca pensei que seria possível participar de um evento mundial.   Alisson Augusto, estudante do 1º EM, acredita que o encontro promove muito mais que discussões ambientais. – São trocas de experiências e valores culturais que não vivenciamos no cotidiano escolar, além da oportunidade de treinar meu  inglês com  pessoas de línguas diferentes e  lugares distantes. Foi uma experiência que marcou a minha vida, pois só vamos ter outra Conferência daqui a 20 anos.
Claudia Renata Vilela, Diretora do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino de São José dos Campos e a Professora Rosa Maria.

sábado, 16 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Uma grande lição - a água!

Reportagem na Imprensa Oficial sobre a participação da Escola Dinorá no Projeto Hydros



" Rosa Maria de Sousa Santos, professora de Geografia, responsável pelo Hydros na EE Profª. Dinorá Brito, reconhece a importância do projeto em termos pedagógicos: “Trabalha com imagens e desperta o olhar do aluno para o novo, visando a novas atitudes em relação à sustentabilidade do planeta”. Rosa, entretanto, lembra que “o Hydros  só se fortaleceu porque já tínhamos outrosprojetos de educação ambiental, pautados na temática da água, na nossa e em demais escolas da região”. Um deles, que ela também coordena, é o WWMC (World Water Monitoring Challenge), por meio do qual sua escola e outras fazem o monitoramento do Córrego Cambuí."

Exposição do Monitoramento do Córrego Cambuí

Placa indicativa sobre o Monitoramento do Córrego Cambuí na Semana do Meio Ambiente - SEMEA 

Os alunos do Ensino Fundamental e Médio orientam os participantes da Semana do Meio Ambiente de como é feito o monitoramento do Córrego Cambuí e convidam outras escolas para participarem também. 

Localização do Córrego Cambuí na maquete do SEMEA
Stand do Núcleo Pedagógico  da Diretoria de Ensino de São José dos Campos 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Oficina de Origami - Pássaros da Mata Atlântica

Oficina de Origami de pássaros brasileiros que dispersam  sementes de Araucária e palmito juçara

A espécie Araucaria angustifolia é nativa do Brasil e possui uma ampla área de distribuição. A  sua exploração indiscriminada colocou-a na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. Dos 20 milhões de hectares originalmente cobertos pela Floresta de Araucária, restam, atualmente, cerca de 2% dessa área. 
Alunos do Ensino Médio participaram da Oficina e ganharam sementes de palmito juçara.
O objetivo da oficina foi refletir sobre a  problemática ambiental,  incentivando-os a participar de ações e intervenções ,  na busca de uma relação equilibrada entre sociedade e natureza.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Oficina de Bijuteria natural


A oficina de bijuteria natural teve a  finalidade de orientar  os participantes a produzir bijuterias com diversos tipos de materiais, tendo como base noções de sustentabilidade. 
Na criação das peças, as professoras Andréa, Lucimara e Lurdinha orientaram os  alunos a utilizar os diferentes materiais para confecção de brincos, pulseiras e colares. 
Professora Lucimara com as alunas do Ensino Médio
Coordenadora Fátima Barbosa participando da Oficina de Bijuteria
A oficina de bijuterias  foi uma das mais movimentadas
Aproveitamos o clima de festa para comemorar o aniversário da  Márcia Candotti, professora de biologia da Escola Dinorá e idealizadora de muitas ações  ambientais da nossa escola.  Parabéns Márcia!!  

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Oficina de Cartões ecológicos


A Oficina da Professora Beatriz Dedding teve como objetivo principal a confecção de  cartões ecológicos com diversos materiais, aproveitando elementos disponíveis na na  natureza, como sementes, gravetos, folhas e flores,   estimulando  a criatividade dos participantes na confecção de  cartões com diferentes materiais.
Foi um sucesso, confira:

Oficina de Tinta Ecológica - Semana do Meio Ambiente

A Oficina de tinta ecológica foi realizada no Parque da Cidade, em comemoração a Semana do Meio Ambiente promovida pela SEMEA.
O objetivo da oficina foi produzir tintas a partir de pigmentos extraídos da natureza e utiliza-la em diferentes superfícies, exercitando a percepção ambiental para a coleta desses pigmentos naturais.
Durante a oficina a voluntária Anna Sousa, estudante de Artes Plásticas - USP  , comentou com os participantes  as vantagens do uso de pigmentos naturais e os processos de extração desses  pigmentos para o preparo das tintas.  
Os participantes ficaram satisfeitos e o resultado surpreendente, confira: 

domingo, 3 de junho de 2012

SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Oficina de Tinta ecológica 
Semana do Meio Ambiente no Parque da Cidade.  Uma semana repleta de atividades educativas, culturais e de lazer, dedicada a promoção do conhecimento e da reflexão sobre o meio ambiente. Além disso, o evento apresenta mudanças e novas formas de atitudes para preservar o meio ambiente.
Nossa escola está participando com várias oficinas:


Ana Paula, 8ª EF A 


- Tinta orgânica
- Origami de pássaros  da Mata Atlântica
- bijuteria natural
- seeds ball
- cartões ecológicos e  fotografia.
Exposição do Monitoramento do Córrego Cambuí e Plantio ENO. 
Programação Completa AQUI







quinta-feira, 31 de maio de 2012

Rio Tamanduateí - Monitoramento da qualidade da água

Tamanduateí - em tupi, quer dizer "rio de muitas voltas". O curso original do rio Tamanduateí explica esse nome. Onde atualmente se encontram a avenida São João e o vale do Anhangabaú, por exemplo, o Tamanduateí fazia uma curva de sete voltas antes de se encontrar com o seu afluente mais importante, o Anhangabaú (o rio do mau espírito).
O rio Tamanduateí nasce na Serra do Mar e desagua no Tietê. Sua bacia hidrográfica possui 320 km2.
É margeado em grande parte pela Avenida do Estado, que corre em sentido contrário ao rio, ou seja, enquanto o rio tem sua foz no Rio Tietê, a avenida tem seu início no mesmo. Isso também ocorre com os outros dois grandes rios de São Paulo, o Tietê (indo em sentido oeste, enquanto a avenida segue para o leste) e Pinheiros (seguindo para o Tietê ao norte, ao contrário da avenida, que segue para o sul).
Atualmente, o rio está muito poluído, devido principalmente à poluição vinda de córregos afluentes, um deles o Córrego dos Meninos. Está em projeto sua despoluição, segundo fontes oficiais do Governo do Estado de São Paulo.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

São Paulo - Direito à cidade

Alunos da Escola Dinorá visitam o centro de São Paulo
“E a cidade se apresenta centro das ambições
Para mendigos ou ricos e outras armações
Coletivos, automóveis, motos e metrôs
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs
A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce […]”
Chico Science, A cidade




“na grande cidade, há cidadãos de diversas ordens ou classes, desde o que, farto de recursos, pode utilizar a metrópole toda até o que, por falta de meios, somente utiliza parcialmente, como se fosse uma pequena cidade, uma cidade local […]. Para muitos, a rede urbana existente e a rede de serviços correspondente são apenas reais para os outros. Por isso são cidadãos diminuídos, incompletos […] Morar na periferia é se condenar duas vezes à pobreza. À pobreza gerada pelo modelo econômico, segmentador do mercado de trabalho e das classes sociais, superpõe-se a pobreza gerada pelo modelo territorial. Este, afinal, determina quem deve ser mais ou menos pobre somente por morar neste ou naquele lugar”  Milton Santos

terça-feira, 29 de maio de 2012

Trocas de Sementes



Semana passada chegaram mais cartinhas dos alunos do Profº Rogério da Escola Municipal João Brasil, Niterói, Rio de Janeiro. Aproveitamos a terra molhada e começamos a plantar.  São trocas de experiências entre os alunos que ultrapassa os limites dos muros da escola, criando possibilidades de aprendizagem e estimulando olhares mais amplos e reflexão sobre o compromisso que temos com o lugar em que vivemos.

sábado, 26 de maio de 2012

Mais um dia de SuperAção AMBIENTAL

Plantio de Pau-Brasil em homenagem a Dona Soninha
Reaproveitamento de materiais - Oficina de Caixas de papel 
Oficina de Cartão ecológico e materiais reciclados   -  Profª Beatriz
Oficina de Bijuterias naturais - Profªs Letícia, Lucimara, Andréa, Eunice
Oficina de Seeds Ball
Seeds Ball
Oficina de Origami - Pássaros da Mata Atlântica - Profº Márcia Balbino



Mais informações e fotos do SuperAção no Blog da Escola :  Dinorá Acontece





quarta-feira, 23 de maio de 2012

Monitoramento da qualidade da água - Rio Pararangaba

Monitoramento da qualidade da água com os alunos das escolas : EE Dinorá Brito e EE Elídia Tedesco


Hoje, convidamos os alunos da Escola EE Elídia Tedesco , Bairro Galo Branco , para monitorar o Rio Pararangaba. Nossa idéia é fazer o monitoramento com os alunos, doar o kit de monitoramento e   incentivá-los  na proteção e preservação dos recursos hídricos.
O Rio Pararangaba  é um afluente da margem direita do rio Paraíba do Sul. Ele corta o município de São  José dos Campos no sentido sudeste/nordeste e encontra-se no extremo leste do município, próximo à divisa com o município de Caçapava, abrangendo cerca de 75,64 km.

São visíveis os  impactos ambientais: - constatamos que  há disposição inadequada de lixo no local, e essas práticas  provocam, além da contaminação da água,  a proliferação de vetores transmissores de doenças,   poluição visual, mau cheiro e contaminação do ambiente.  É preciso um plano de ação urgente!

segunda-feira, 21 de maio de 2012