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terça-feira, 29 de maio de 2012

Trocas de Sementes



Semana passada chegaram mais cartinhas dos alunos do Profº Rogério da Escola Municipal João Brasil, Niterói, Rio de Janeiro. Aproveitamos a terra molhada e começamos a plantar.  São trocas de experiências entre os alunos que ultrapassa os limites dos muros da escola, criando possibilidades de aprendizagem e estimulando olhares mais amplos e reflexão sobre o compromisso que temos com o lugar em que vivemos.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Sementes da paz (1)

"Vai voando contornando a imensa curva norte e sul. Vou com ela, viajando Havaí, Pequim ou Istambul..."
 
Os alunos da Profª. Fabiana, Rio de Janeiro,  receberam esta semana os pássaros da paz (origami) com as sementes de flores  enviadas pelos alunos  da Escola Dinorá, São José dos Campos, SP.

sábado, 16 de abril de 2011

Sementes da paz

"Não há caminho para a paz, a paz é o caminho." (Gandhi)



A Fabiana, professora no Rio de Janeiro, está realizando um projeto de sustentabilidade na sua escola. Conheceu o Projeto Mão na Terra e entrou em contato para participar das trocas de sementes entre os alunos.

Garça em origami carregando a semente

Confeccionamos pássaros em origami, colocamos sementes de flores em seus bicos e enviamos, pelo correio,  para os alunos da escola do Rio de Janeiro.  É uma estratégia  para  descobrir outros lugares, permitindo tecer uma rede de trocas, conhecimentos e solidariedade.


Série: Alunos do Ensino Fundamental: 6ªA e 6ªB
Disciplina: Geografia e Artes

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Vamos trocar sementes?

O projeto Troca de sementes foi utilizado pelos professores de Geografia de diferentes escolas para o desenvolvimento de ações que possibilitam a construção coletiva do conhecimento.
São escolas distantes, São José dos Campos, SP e Niterói, RJ, que realizam atividades de educação ambiental semelhantes e registram suas atividades em blogs na Internet:
Mão na Terra Em cada canto um canteiro cultivado
Este foi o ponto de partida para um intercâmbio que envolveu alunos do ensino fundamental na seleção de sementes cultivadas nas respectivas hortas orgânicas e na produção de textos para a confecção das cartas. A experiência revelou que as atividades incentivam o trabalho cooperativo, a capacidade de expressar idéias e o respeito às diferenças.

Além de proporcionar um olhar crítico e uma nova forma de pensar e aprender, interagindo com o lugar onde vivem e estabelecendo a conexão desse processo com a tecnologia que muda nossa relação com o mundo.

Na Escola Dinorá:

Na Escola João Brazil:

Resultado:

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nossas diferenças nos completam

"O homem não teceu o tecido da vida, ele é simplesmente um de seus fios..."
Chefe Seattle 1854
( Leia a Carta na íntegra aqui )

Participação, envolvimento e relação harmoniosa com a natureza e entre as pessoas, traduzindo-se em mudanças de postura, valores e atitudes.

Trabalho coletivo, trocas de conhecimentos, opiniões e a responsabilidade de cada um com o lugar onde vivem.

Nossas diferenças nos completam e nos fazem enxergar a pluralidade de outros lugares.

Ações que permitem observação, aprendizado, autonomia e resolução dos problemas .

Um caminho possível para um futuro sustentável

Reflexão, ação e transformação...

Envolvendo cada vez mais pessoas que vão multiplicando essas ações para um futuro socialmente justo, economicamente inclusivo e ambientalmente responsável.

Imagens: Mayara 7A

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Trocas de sementes

Recebemos uma cartinha muito simpática da Michele, aluna da Escola João Brazil, com sementes de pimenta (saiba como tudo começou aqui). Já fizemos a sementeira e assim que a muda atingir o tamanho para o transplante, os alunos vão plantar na horta da escola.
A Michele também já recebeu as sementes que enviamos para plantar na horta da escola, fez a sementeira e gravou um video. (para assistir clique aqui)
Na leitura da carta, os alunos foram estimulados a identificar alguns aspectos importantes da Geografia, como, por exemplo, que a mãe da Michelle é migrante, que mora com os pais e irmãos, modelo de família que representa a maior parte dos lares brasileiros. Michelle conta suas expectativas e a dos colegas o que é uma possibilidade de aproximação com os nossos alunos para entender que a solução dos problemas ambientais depende da participação de cada um de nós.

"Adquirir conhecimentos básicos de Geografia é algo importante para a vida em sociedade, em particular para o desempenho das funções de cidadania: cada cidadão, ao conhecer as características sociais, culturais e naturais do lugar onde vive, bem como as de outros lugares, pode comparar, explicar, compreender e espacializar as múltiplas relações que diferentes sociedades em épocas variadas estabeleceram e estabelecem com a natureza na construção de seu espaço geográfico"
. (MEC PCN,1998)
Agradeço o carinho de vocês e vamos trocar mais sementes!! :)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Mapas sociais: Lugar onde vivo

O aluno se expressa pelas imagens que constrói no seu cotidiano. O mapa não é apenas a percepção  visual, mas relação de pertencimento  com o lugar vivido.

A conquista do lugar como conquista da cidadania
O imaginário e as representações da vida cotidiana; o significado das coisas e dos lugares unindo e separando as pessoas.
O lugar como espaço vivido mediato e imediato dos homens na interação com o mundo.
O mundo como uma pluralidade de lugares interagindo entre si.
A cidadania como a consciência de pertencer e interagir e sentir-se integrado com pessoas e lugares. A segregação socioeconômica e cultural como fator de exclusão social.
O drama do imigrante na ruptura com o lugar de origem tanto do campo como da cidade. Para ter eficácia, o processo de aprendizagem deve, em primeiro lugar, partir da consciência da época em que vivemos. Isto significa saber o que o mundo é e como ele se define e funciona, de modo a reconhecer o lugar de cada país no conjunto do planeta e o de cada pessoa no conjunto da sociedade humana. É desse modo que se podem formar cidadãos conscientes, capazes de atuar no presente e de ajudar a construir o futuro.”
Milton Santos

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Sementes da amizade

Essa semana chegaram mais cartinhas dos alunos do Profº Rogério da Escola Municipal João Brasil, Niterói, Rio de Janeiro.
É sempre uma festa a entrega das cartinhas...
Concentrada, Josiane lê a carta da nova amiga.
Na horta os alunos colhem sementes de alfazema
e erva doce para responder as cartinhas cariocas.
A princípio, a ideia era trocar sementes cultivadas nas hortas das duas escolas, incentivando o cultivo orgânico e conscientização sobre a correta utilização dos recursos naturais e preservação ambiental, mas percebemos que essas trocas também impulsionam o desenvolvimento da leitura, escrita e interpretação. Alguns alunos têm muita dificuldade de se expressar por meio das palavras. As cartas se tornam um grande estímulo para que eles desenvolvam essa habilidade.
Depoimentos dos alunos
A troca de sementes é uma experiência sócio-ambiental, um novo tipo de aprendizagem via comunicação, que liga duas escolas com alunos diferentes de lugares diferentes que, por sua vez, deixaram suas diferenças de lado para se comunicar. Perto do fim do ano, chegando a formatura, os alunos da Escola Dinorá vivenciaram uma experiência que outras escolas ainda não têm. É mais um ponto positivo para a nossa escola, nossa aprendizagem e nossa horta.
Douglas Aliki
“Este ano escolar de 2009 foi muito bom para mim, a Professora de Geografia fez uma atividade muito bacana, nos dando a oportunidade de conhecer mais gente e outros lugares. Ela nos incentivou a escrever cartas e trocar sementes com uma escola no Rio de Janeiro na cidade de Niterói e todos os alunos da 8ºA participaram dessa atividade extraordinária. Quando os alunos da escola do Rio de Janeiro nos respondem e nos mandam sementes nós vamos na horta e plantamos as sementes, é uma diversão só.”
Suelen Baena de Sousa
Trocar sementes com nossos amigos cariocas foi uma forma de vivenciar outras práticas possíveis para que os modelos econômicos, políticos e sociais sejam repensados e reconstruídos.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A magia das cartas

( Alunos da Escola João Brazil - Niterói/RJ)
Os alunos da Escola João Brazil já receberam as cartas e sementes enviadas por nossos alunos.
Como escreveu o Professor Rogério: "A magia das cartas encanta e contagia. Quem dera fosse sempre assim nas aulas de Geografia..."
Veja o post completo no Blog do Profº Rogério.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Mão na Terra é notícia

Foi publicada no site Escola em Ação mais uma matéria sobre o Projeto Mão na Terra.

sementes cariocas

"A troca de sementes entre a Escola Estadual Profª Dinorá P. R. Brito, em São José dos Campos (SP), e a Escola Municipal João Brasil, em Niterói (RJ), contribuiu para incrementar a horta das duas escolas. Confira as dicas da professora de geografia Rosa dos Santos, que coordena o projeto ambiental “Mão na Terra”, na escola paulista e veja como é simples replicar essa ideia.
De acordo com a professora Rosa, o intercâmbio de sementes realizado com os alunos do professor de geografia Rogério, da Escola Municipal João Brasil, proporcionou a valorização de práticas ambientais já existentes nas duas escolas, possibilitando aos alunos novos conhecimentos, fortalecendo princípios como cooperação e solidariedade, em vez da valorização da cultura de consumo e do individualismo.
A troca de sementes começou na escola paulista depois da instalação da horta. Os alunos foram incentivados a trazer sementes de casa e a trocar com os colegas de sala.
“Com a atividade, os alunos descobriram que é muito fácil cultivar, mesmo em vasinhos feitos em pet, para plantar temperos e ervas medicinais. Descobriram também que essas plantas podem ser usadas para alimentação e tratamento alternativo para várias doenças. A ação acabou envolvendo toda a família e multiplicando-se na comunidade”, explica Rosa dos Santos.

Aumentando a abrangência

“Por que não transpor os muros da escola e trocar sementes com alunos de outras localidades?” Perguntou-se, então a professora Rosa, a partir do sucesso da iniciativa. Através da Internet, ela conheceu o trabalho do professor Rogério, que também desenvolve atividades de educação ambiental na sua escola. “No primeiro contato, mandamos sementes de alfazema, girassol e flores, e eles nos retribuíram com feijão guandu e manjericão que foram plantados imediatamente na horta mandala”, diz a professora.

Desdobramento da iniciativa

De acordo com Rosa dos Santos, junto com as sementes, os alunos escreveram cartas, contando sobre o projeto desenvolvido na escola, o lugar onde vivem e dando dicas de como cuidar das sementes que estavam enviando. “Essas trocas proporcionam novas descobertas e experiências, estimulando a leitura e a escrita, e a reflexão sobre o lugar onde vivem”, explica.
Segundo a professora, os alunos também perceberam na prática que a preocupação com a saúde e a busca de uma alimentação com produtos de boa qualidade e sem agrotóxicos é global e só a reflexão sobre o impacto de nossas ações no planeta é que nos permite buscar um futuro mais sustentável.

Três dicas:

A professora Rosa dá três dicas para quem quiser replicar a iniciativa da troca de sementes:
- estabelecer a responsabilidade da troca, pois quem escreveu e enviou suas semente não quer ficar sem resposta;
- organizar e acompanhar os alunos na redação das cartas;
- usar sementes de fácil cultivo. "

Para conhecer o Escola em Ação aqui

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sementes que vem, sementes que vão...

Sementes cariocas... Em solo paulista...
Mesmo localizados em pontos diferentes do território, através da interação, os alunos paulistas e cariocas, promovem o intercâmbio de idéias e sementes.
Reflexão e posicionamento crítico sobre a realidade do lugar que muitas vezes só é percebida pelas notícias ou nos fatos cotidianos mostrados totalmente fragmentados.
Troca de experiências entre os alunos como forma de aprendizagem que ultrapassa os limites dos muros da escola, criando situações nas quais os alunos participam ativamente e exercitam o respeito à forma de pensar de outras pessoas.
Entender as desigualdades espaciais, que são produtos de decisões, acordos, sucessos e fracassos nem sempre pacíficos dentro de uma sociedade.
São algumas possibilidades que permitem ao aluno um posicionamento crítico e autônomo, fortalecendo assim sua auto-estima e atribuindo alguns significados ao produto do seu trabalho intelectual.
Fonte: PCN MEC

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Que sementes são essas?

Começamos a responder as cartinhas... Sem saber o que escrever, os alunos foram estimulados a falar do lugar onde vivem. É uma estratégia para investigar o lugar em que vivem e descobrir outros lugares, permitindo tecer uma rede de trocas e conhecimentos...
O pensar e o fazer... a ação e a reflexão...
a teoria e a prática...
Assim a aprendizagem acontece , provocando olhares mais amplos e reflexão sobre o compromisso que temos com o lugar em que vivemos.
Os alunos trouxeram muitas sementes, algumas já foram identificadas, outras não. Você sabe que sementes são essas?