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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Campanha ENO Mudanças Climáticas 2011

Adolescentes discutem mudanças climáticas no Brasil e no Mundo




O mascote da campanha é o sapo Frank que luta contra as mudanças climáticas registrando as promessas das pessoas para que mudanças no nosso comportamento possa ajudar a diminuir as emissões sem prejudicar a nossa qualidade de vida.



No Brasil, estudantes da Escola Dinorá Brito aproveitaram para refletir sobre a Amazônia, que em 2010 viveu a  maior estiagem do século. A falta d’água e a morte de árvores fez com que a floresta deixasse de ser uma importante capturadora de carbono para se tornar uma grande emissora.


A seca de 2010 atingiu 57% da floresta amazônica, totalizando 3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a mais de 740 milhões de campos de futebol. Milhares de árvores foram mortas
(fonte: Ciência Hoje)

Só para ter uma ideia, o período de seca na floresta têm um impacto negativo no ciclo de carbono e no clima do planeta, em condições normais, a floresta amazônica atua como uma grande esponja que absorve anualmente cerca de 0,4 bilhão de toneladas de carbono da atmosfera.

Mais informações


Fonte: ENO BRASIL

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cartilha sobre mudanças climáticas



Está disponível para download a nova edição da cartilha Perguntas e Respostas sobre Aquecimento Global do IPAM. A publicação atualiza informações sobre o tema das mudanças climáticas e apresenta todo o histórico de negociações até a COP16, realizada no final de 2010 no México. A quinta edição da cartilha produzida pelos pesquisadores do IPAM traz como novidade as definições atualizadas sobre o mecanismo de Redução de Emissões pelo Desmatamento e Degradação (REDD) que começa a ser implementado pelos países signatários da Convenção do Clima da ONU.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

COP-10 Nagoya,Japão

Conferência da ONU sobre Diversidade Biológica (COP-10)
Durante a primeira semana de negociações sobre biodiversidade na 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP 10 da CDB), em Nagoia, o clima foi de incertezas em relação aos resultados para a conservação da biodiversidade do planeta.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou um artigo no começo do mês que o Brasil será protagonista nas negociações da Convenção da Biodiversidade, leia AQUI. Mais informações WWF BRASIL.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Dia da Árvore

Hoje, em comemoração ao Dia da Árvore, nossos alunos reuniram-se na horta da escola para plantar diversas mudas de árvores nativas da Mata Atlântica.
Nosso projeto faz parte de um programa chamado ENO - Meio Ambiente On line que é uma escola virtual para conscientização sobre o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável do planeta.
As escolas de vários países que participam do programa, realizam pesquisas e compartilham resultados de aprendizagem. Hoje, plantamos várias árvores no mesmo horário que nossos amigos do Norte, Sul, Leste e Oeste. Segundo os alunos, é importante participar de projetos como esse pois contribuem para uma maior compreensão da ação do homem sobre o planeta. Nós estamos felizes e orgulhosos por fazer parte deste grupo que busca um estilo de vida mais sustentável.

Veja como foi o plantio em várias partes do mundo

domingo, 20 de setembro de 2009

Noite e dia, somos todos um!

Amanhã, para comemorar o Dia da Árvore, vamos participar do ENO - Dia do Plantio, que é uma campanha para conscientizar jovens de várias partes do mundo sobre as consequências das mudanças climáticas.
No ano passado este evento contou com a participação de estudantes de 2000 escolas em 122 países diferentes. Ao todo 300.000 árvores foram plantadas.
O mundo inteiro participa do plantio das árvores
O plantio das árvores acontece sempre ao meio-dia, horário local.
As primeiras árvores serão plantadas na Oceânia, de acordo com o movimento de rotação da terra (que é o movimento que a Terra faz ao girar em torno de seu próprio eixo)e o plantio continua na Ásia, África, Europa e nas Américas do Sul e Norte seguem plantando suas árvores. O evento termina com o plantio nas ilhas Samoa.
Ao longo do dia, o mundo dá um grande passo rumo a um estilo de vida mais sustentável.
O plantio das árvores não é um evento isolado. As árvores serão cuidadas e seu crescimento acompanhado. O plantio será registrado e as experiências compartilhadas.
Mais informações estão disponíveis no site do evento. ENO Tree Planting Day
Fonte : http://new.unep.org/

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mudanças climáticas e Educação ambiental

É um desafio traduzir para nossos alunos como as mudanças climáticas nos afetam e, para isso, é necessário envolve-los, ao invés de tratá-los como observadores pacíficos ou vítimas.
A alfabetização ecológica é fundamental na formação de alunos informados e envolvidos na construção de respostas aos desafios, não só para seu próprio aprendizado e desenvolvimento como cidadãos críticos, mas para a concretização de conhecimentos que podem acrescentar principalmente à sua realidade.
Com um pouco de criatividade é possível criar métodos eficazes para a promoção da educação ambiental na escola e de uma nova leitura do mundo. Um projeto pedagógico que contemple a alfabetização ecológica, parecida com a que Fritjof Capra desenvolveu em Berkeley, na Califórnia. Os alunos são estimulados desde cedo a perceber como o universo funciona, como as leis da vida se manifestam, e isso se dá de forma prazerosa através de atividades regulares na horta, como preparar a terra, adubar, semear, colher e observar a mãe natureza.
Capra explica de forma clara e objetiva nos seus livros como o universo se divide em redes e como essas redes se comunicam entre si, e como aquilo que se observa nos bastidores da vida, nas estruturas na natureza, garantindo a sobrevivência dos ecossistemas durante milhões de anos, poderia inspirar as ações da sociedade na direção da sustentabilidade.
Uma de suas previsões mais importantes remete a um cenário de conflito entre duas correntes que deverão predominar neste século:
a do capitalismo globalizado, concentradora de renda e que submete os recursos naturais aos interesses do capital,
e a das comunidades sustentáveis, que devem se multiplicar pelo mundo privilegiando os projetos ambientalmente saudáveis, com menos consumo de água, energia limpa, redução do volume de lixo e valores não consumistas, privilegiado as hortas comunitárias e a economia solidária.
Como dizia Chico Science: “ De que lado você samba?”
Imagens: Horta Mandala da Escola Dinorá no dia 30/07/2009.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Atitudes que fazem a diferença

De maneira geral, é possível dividir as atitudes individuais que podem ser tomadas em três categorias:
1.A primeira é formada por ações que dependem exclusivamente do cidadão e de baixíssimo custo para o indivíduo – às vezes, podem até gerar retorno financeiro, como tomar banho em menos tempo ou regular o motor do carro.
2.O segundo grupo engloba ações que envolvem maior custo (financeiro, físico, emocional), mas que ainda dependem apenas da vontade individual: por exemplo, comprar produtos certificados (em geral, mais caros) ou reduzir o consumo de carne.
3.Já a terceira categoria de atitudes depende da facilitação de outros atores. A decisão e a iniciativa de deixar de usar carro, por exemplo, estão intrinsecamente ligadas a uma oferta razoável de transporte coletivo de qualidade. Até mesmo a troca do automóvel por uma bicicleta depende da existência de ciclovias seguras.
A seguir, alguns exemplos de ações – incluídas em uma ou mais dessas categorias – que podem fazer a diferença na hora de ajudar a mitigar as mudanças climáticas.
- Evite luzes ou equipamentos ligados quando não necessário.
- Desligue os equipamentos da tomada, em vez de desligar apenas no comando. Os aparelhos em modo stand-by continuam consumindo energia.
- Antes de comprar um novo equipamento, verifique a etiqueta de consumo de energia e o selo do Procel e escolha aquele que consome menos energia.
- Reduza o tempo no banho, pois isso poupa água e ajuda a diminuir o consumo de energia.
- Procure utilizar os transportes coletivos. E, para distâncias curtas, opte por se deslocar a pé ou de bicicleta.
- Reduza a quantidade de sacolas plásticas nas suas compras, utilizando sacola de pano ou caixas plásticas reutilizáveis para compras maiores. Recuse embalagens em excesso.
- Separe os resíduos orgânicos dos recicláveis (plásticos, vidros, latas, papéis) e os encaminhe para a reciclagem. Se houver espaço no quintal construa uma composteira para produzir adubo com o lixo orgânico.
- Pressione o governo para o cumprimento de políticas públicas que promovam a mitigação (diminuição das causas) e a adaptação aos impactos irreversíveis das mudanças climáticas nos diferentes setores, como energia, transporte, florestas, saneamento, produção agrícola e pecuária.
- Pressione as empresas de produtos eletroeletrônicos das marcas que você consome para que disponibilizem produtos mais eficientes no consumo de energia e por informações sobre a eficiência energética dos produtos.
- Pressione as empresas das marcas que você consome para que criem alternativas para que nós, consumidores, possamos mudar de forma mais significativa nossos hábitos de consumo.
O que está em jogo
O "Relatório do Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) 2007/2008 " (PDF 8.730 KB - Baixar Arquivo) considera que o combate às alterações climáticas é um exercício que atravessará gerações. “Para a geração atual, o desafio é manter uma janela de esperança aberta mediante a redução das emissões de gases de efeito de estufa. O mundo tem uma oportunidade histórica para iniciar esta tarefa”. Isso sem esquecer de esperar pelo avanço das negociações para o segundo período do Protocolo de Quioto, que começa em 2012. “O acordo seguinte poderá marcar um novo rumo, impondo limites rigorosos nas emissões futuras e fornecendo estrutura para uma ação internacional em comum. As negociações poderão avançar no sentido de se definir metas quantitativas até 2010”, diz o documento. É importante ressaltar que essas iniciativas estão diretamente ligadas ao consumidor, pois “uma ação governamental que objetive alterar estruturas de incentivos para os consumidores e investidores representa um passo eficaz e fundamental para uma mitigação efetiva das alterações climáticas”, como diz o documento do Pnud. Assim, como bem expressa o relatório, “o que caracteriza os seres humanos – talvez mais do que qualquer outra coisa – é a nossa capacidade de pensar e conversar uns com os outros, de decidir o que fazer e depois fazê-lo. Precisamos fazer um bom uso desta quintessência humana tanto no sentido de uma preservação sustentada e racional do meio ambiente como de uma erradicação coordenada da pobreza e da privação. O desenvolvimento humano envolve ambas”.