quarta-feira, 30 de março de 2011
Amazônia vista do céu
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Pensar a cidade como lugar para todos
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Construindo o lugar que queremos
Representar na maquete uma visão futurista do bairro ideal para nossos alunos é um grande desafio,
sexta-feira, 24 de julho de 2009
GEODEN - GEOtecnologias Digitais no Ensino
quinta-feira, 26 de março de 2009
Produção do programa da rádio
A produção de programa de rádio (leia mais sobre produção de rádio na escola aqui) pode permitir o desenvolvimento de vários processos significativos de aprendizagens.
Outra alternativa você encontra (aqui), um tutorial do audacity em pdf.
O site Musicaaudio oferece gratuitamente um tutorial em html que você acessa aqui.
Você pode assistir o tutorial abaixo que explica como editar
Quer saber mais?
Acesse: Edição de áudio usando o "Audacity"
Veja também: Secretaria Municipal de Educação de São Paulo
Fonte: Informática na Educação
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Prêmio Jovem Cientista
Pesquisar é construir conhecimento.
Em um mundo veloz e complexo como este em que vivemos, há muito o que pesquisar. E de muitas formas diferentes.
De maneira geral, podemos dizer que toda pesquisa envolve a busca científica de soluções para um problema.
O Prêmio Jovem Cientista - Categoria Ensino Médio - propõe que alunos do Ensino Médio, com o apoio de seus professores, pesquisem e busquem, nos livros, nos jornais, na Internet, nas bibliotecas e, sobretudo, na própria comunidade, soluções para os problemas pertinentes ao tema sugerido para esta edição: "Educação para Reduzir as Desigualdades Sociais".
As inscrições para o XXIII Prêmio Jovem cientista foram prorrogadas para o dia 08 de Agosto de 2008, não deixe de participar e não deixe para as ultimas semanas para enviar o seu trabalho.
Mais informações: http://www.jovemcientista.org.brquarta-feira, 25 de junho de 2008
Leitura do Mundo
A recente pesquisa “Retrato da leitura no Brasil”, traz um perfil preocupante do leitor brasileiro. O relatório mostra que 45% dos brasileiros não têm o hábito de ler. Entre um dos motivos apontados na pesquisa está a afirmação dos entrevistados de que não compreendem aquilo que lêem.
Grave não?
Segundo Paulo Freire “a leitura do mundo precede a leitura da palavra”, ou seja, antes de ler a palavra, vivenciamos e explicamos o mundo através dos sentidos, assim, antes de ler a palavra, o aluno já vivenciou diversas leituras do mundo.
Ler o mundo significa mais do que ser capaz de ler um texto... É necessário o domínio de diferentes códigos e linguagem para ampliação das possibilidades de interpretação e compreensão da realidade frente a um mundo em permanente reconstrução.
O relatório ainda afirma que o incentivo à leitura nas escolas é muito importante.
E você, entende aquilo que lê?
Para acessar o relatório: http://www.prolivro.org.br
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Produção do Jornal Ambiental
Landscape with Rising Sun by Vincent van Gogh A segunda etapa do Projeto Mão na Terra é a produção do Jornal ambiental.
Hoje, as pessoas envolvidas na produção do jornal ambiental, reuniram-se para definir a diretriz do jornal de modo coletivo e democrático.
O primeiro passo foi organizar uma equipe responsável pela produção do jornal composta por professores, alunos, comunidade e voluntários. Esta equipe será responsável por toda organização, pré-produção, produção e pós-produção da publicação do jornal. Será necessário que a equipe se reúna com freqüência para o bom andamento do jornal.
Conversamos sobre a necessidade do jornal ter um identidade própria e definimos as características do jornal, apresentando uma estrutura própria, autêntica, fazendo com que ele seja diferente de qualquer outro jornal.
A diagramação será feita no Scribus, um software livre para editoração eletrônica, sugestão do Leandro. Todos gostaram da idéia.
Definimos o layout e o logotipo. A impressão será feita em papel reciclado. A distribuição será feita num local fixo perto da entrada escola, onde todos tenham acesso. Se necessário, faremos tiragem extra.
O objetivo do jornal é informar e conscientizar as pessoas em relação à preservação do meio ambiente, os problemas decorrentes das interferências humanas e suas conseqüências e as diversas maneiras de acabar com ações prejudiciais contribuindo diariamente para a vida saudável do planeta.
Segundo Eric Hobsbawm, vivemos na “Era dos Extremos”. Para ele, “nosso mundo corre o risco de explodir ou implodir. Não sabemos para onde estamos indo, mais uma coisa é certa: se a humanidade pretende ter um futuro reconhecível, ela não pode ser uma simples continuação do passado ou do presente.”
Nesse cenário, a educação é o elemento indispensável para a transformação da consciência ecológica. Mas precisa ser reformulada, questionada, repensada. É fundamental para nós professores, não nos limitarmos à sala de aula, lousa e giz, para não corrermos o risco de formar pessoas alienadas. É necessário estimular reflexões sobre os vários processos históricos que nos trouxeram a realidade de hoje, estimulando ações para soluções dos problemas. Tudo isso pode parecer muito simples, mas trata-se de uma mudança radical na escola, e a escola precisa estar disposta para essas mudanças, pois dentro do espaço escolar é possível aprender pequenas ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e do planeta, já que esse é o verdadeiro objetivo do projeto.
Educação pela Comunicação: Como formar cidadãos
Primeiro surgiram os livros. Depois vieram os jornais e as revistas. No século 20, inventaram o rádio, o telefone e a TV. Hoje há também o celular e a internet.
A evolução nas tecnologias de comunicação e informação provoca profundas mudanças na maneira como os seres humanos vivem, pensam e trabalham.
Agora, para ser cidadão, é preciso aprender a navegar num oceano de informações. E a escola, o lugar tradicionalmente dedicado ao ensino e à aprendizagem, à transmissão de informações, tem que introduzir a comunicação.
Informação é poder. Temos que aprender não só a comunicar, como a ler criticamente as informações que recebemos.
Não há maneira mais simples e prática de fazer isso do que criando produtos de comunicação. Ao produzir um jornal, um site, uma história em quadrinhos, um fanzine, um vídeo, um programa de rádio, aprendemos a nos comunicar.
Ao comunicarmos, aprendemos a “gramática” dos meios de comunicação – além de sermos obrigados a organizar as informações. Para fazer um bom jornal é preciso saber português, matemática, história, geografia, biologia, design, informática...
A educação pela comunicação é um ótimo jeito de formar cidadãos para uma sociedade em que a informação e o conhecimento valem cada vez mais.
Fonte: FERNANDO ROSSETTI, jornalista, educador e consultor; coordena no UNICEF o projeto Educação, Comunicação & Participação
terça-feira, 27 de maio de 2008
Etiqueta na internet é etiquenet?
Olá, meu nome é Carlos e sou professor de filosofia na Dinorá.
A ética é um dos temas que discutimos em nossas aulas, podemos dizer que a etiqueta é uma mini-ética. Não falar de boca cheia, usar as palavras mágicas como por favor, obrigado, com licença, fazem parte da etiqueta de nosso dia-a dia. E na internet? Existem algumas regrinhas básicas de etiqueta que devemos observar para não sermos considerados no mínimo mal-educados. Vamos pensar sobre elas?
• No ambiente virtual sério não existe anonimato, devemos nos identificar e evitar apelidos. Em outros ambientes mais informais devemos usar apelidos..
• Tanto nos ambientes formais como nos informais não podemos confundir nossa vida privada, nossa intimidade com nossa vida pública. Por segurança não devemos expor a nossa vida, detalhes de nossa família, endereços, telefones. Existem pessoas mal-intencionadas e com tempo para “caçar” inocentes na net. Intimidade é para amigos não para conhecidos..
• No mundo virtual existem locais para todos os tipos de interesse e devemos respeitar a sua finalidade, não fica estranho num site religioso ficar utilizando palavrões e num site punk ficar fazendo pregações religiosas?.
• Um blog, como esse, não é lugar de bate-papo informal como de um botequim, não é o local adequado para fofocas, falar mal dos outros. Podemos estar “queimando nosso seu filme” e de nossa escola..
• Se provocados, não devemos responder. A pessoa que “zuar” ou “apavorar” quer a nossa atenção, ela vai “morrer de catapora” se for ignorada e pode se adequar ao ambiente visitado..
• O que nos falamos o vento pode levar, o que escrevemos fica registrado. Antes de escrever um bilhete, um torpedo, um post, devemos sempre pensar se seremos bem interpretados. A linguagem escrita exige um pouco mais de reflexão..
Você se lembra de mais alguma “etiquenet”? Comente e acrescente!.




