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quarta-feira, 30 de março de 2011

Amazônia vista do céu


Dos vários benefícios da conquista do espaço pelo homem, sem dúvida nenhuma um dos mais importantes tem sido a possibilidade de enxergarmos de maneira sistemática e de uma posição privilegiada o que vem ocorrendo no nosso planeta.  No momento em que toda a humanidade preocupa-se com a preservação do meio ambiente, por razões óbvias, os satélites de sensoriamento remoto ganham  importância  como fonte de informações de uma dada região.
Em especial, as imagens de satélite têm sido úteis no levantamento de inforamções de regiões de difícil acesso, de vasta extensão e de fabulosa complexidade, como é o caso da Amazônia.


Este trabalho foi iniciado em 2009 no curso de Formação continuada de professores, XII CURSO DE USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE, INPE e tem como objetivo apresentar os diferentes cenários na Amazônia, vistos do espaço e conhecer o PRODES, que é um Projeto do INPE que monitora a floresta amazônica brasileira por satélite.

Fonte: Amazonia - olhos de satélite

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Pensar a cidade como lugar para todos

Hoje nos reunimos para mais uma etapa da construção da maquete.
Foi um momento de reflexão sobre a necessidade de construir espaços que atendam a todas as pessoas em suas diferentes necessidades.
Refletimos sobre a necessidade de planejamento e ações que resultam num desenvolvimento ambientalmente equilibrado,
economicamente viável e
socialmente justo. Cidades acessíveis ampliam as oportunidades,
colocando trabalho, saúde, lazer, escola, esporte e convivência ao alcance de todos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Construindo o lugar que queremos

Representar na maquete uma visão futurista do bairro ideal para nossos alunos é um grande desafio,

pois a questão é como pensar no desenvolvimento sustentável do bairro,
aliado à qualidade de vida e a preservação do patrimônio histórico e ambiental. Uma idéia importante do grupo foi priorizar na maquete a acessibilidade, a mobilidade das pessoas e o uso do transporte coletivo.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

GEODEN - GEOtecnologias Digitais no Ensino

O GEODEN é um projeto educativo desenvolvido pela Profª. Drª. Angelica Di Maio que por intermédio do uso de geotecnologias em ambiente de rede, desenvolve noções de cartografia, sensoriamento remoto, sistema de informação geográfica, visando o estudo do espaço geográfico e suas transformações. Estruturado em módulos, com textos, exercícios, curiosidades, leitura complementar e sugestões de "sites" para interação. Para a realização de exercícios utiliza-se o SIG (Sistema de Informação Geográfica) de domínio público SPRING (Sistema de Processamento de Informações Georreferenciadas), desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais).
Vale a pena conferir!
Mais informações aqui

quinta-feira, 26 de março de 2009

Produção do programa da rádio

É muito fácil criar um programa de rádio. O Audacity é um software livre de edição digital de áudio com vários recursos. É possível gravar e reproduzir sons, fazer edição simples (cortar, copiar, colar e apagar trechos do áudio), mixar faixas de áudio, efeitos digitais de som, entre outros.

A produção de programa de rádio (leia mais sobre produção de rádio na escola aqui) pode permitir o desenvolvimento de vários processos significativos de aprendizagens.

O software é distribuido gratuitamente e pode ser baixado diretamente do site (
aqui) .

Outra alternativa você encontra (aqui), um tutorial do audacity em pdf.

O site Musicaaudio oferece gratuitamente um tutorial em html que você acessa aqui.


Você pode assistir o tutorial abaixo que explica como editar


Quer saber mais?
Acesse:
Edição de áudio usando o "Audacity"

Veja também: Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Fonte: Informática na Educação

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Prêmio Jovem Cientista

Pesquisar é construir conhecimento. Em um mundo veloz e complexo como este em que vivemos, há muito o que pesquisar. E de muitas formas diferentes. De maneira geral, podemos dizer que toda pesquisa envolve a busca científica de soluções para um problema. O Prêmio Jovem Cientista - Categoria Ensino Médio - propõe que alunos do Ensino Médio, com o apoio de seus professores, pesquisem e busquem, nos livros, nos jornais, na Internet, nas bibliotecas e, sobretudo, na própria comunidade, soluções para os problemas pertinentes ao tema sugerido para esta edição: "Educação para Reduzir as Desigualdades Sociais". As inscrições para o XXIII Prêmio Jovem cientista foram prorrogadas para o dia 08 de Agosto de 2008, não deixe de participar e não deixe para as ultimas semanas para enviar o seu trabalho. Mais informações: http://www.jovemcientista.org.br

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Leitura do Mundo

imagem: corbis


A recente pesquisa “Retrato da leitura no Brasil”, traz um perfil preocupante do leitor brasileiro. O relatório mostra que 45% dos brasileiros não têm o hábito de ler. Entre um dos motivos apontados na pesquisa está a afirmação dos entrevistados de que não compreendem aquilo que lêem.

Grave não?

Segundo Paulo Freire “a leitura do mundo precede a leitura da palavra”, ou seja, antes de ler a palavra, vivenciamos e explicamos o mundo através dos sentidos, assim, antes de ler a palavra, o aluno já vivenciou diversas leituras do mundo.

Ler o mundo significa mais do que ser capaz de ler um texto... É necessário o domínio de diferentes códigos e linguagem para ampliação das possibilidades de interpretação e compreensão da realidade frente a um mundo em permanente reconstrução.

O relatório ainda afirma que o incentivo à leitura nas escolas é muito importante.

E você, entende aquilo que lê?

Para acessar o relatório:
http://www.prolivro.org.br

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Produção do Jornal Ambiental

Landscape with Rising Sun by Vincent van Gogh

A segunda etapa do Projeto Mão na Terra é a produção do Jornal ambiental.

Hoje, as pessoas envolvidas na produção do jornal ambiental, reuniram-se para definir a diretriz do jornal de modo coletivo e democrático.

O primeiro passo foi organizar uma equipe responsável pela produção do jornal composta por professores, alunos, comunidade e voluntários. Esta equipe será responsável por toda organização, pré-produção, produção e pós-produção da publicação do jornal. Será necessário que a equipe se reúna com freqüência para o bom andamento do jornal.

Conversamos sobre a necessidade do jornal ter um identidade própria e definimos as características do jornal, apresentando uma estrutura própria, autêntica, fazendo com que ele seja diferente de qualquer outro jornal.

A diagramação será feita no Scribus, um software livre para editoração eletrônica, sugestão do Leandro. Todos gostaram da idéia.

Definimos o layout e o logotipo. A impressão será feita em papel reciclado. A distribuição será feita num local fixo perto da entrada escola, onde todos tenham acesso. Se necessário, faremos tiragem extra.

O objetivo do jornal é informar e conscientizar as pessoas em relação à preservação do meio ambiente, os problemas decorrentes das interferências humanas e suas conseqüências e as diversas maneiras de acabar com ações prejudiciais contribuindo diariamente para a vida saudável do planeta.

Segundo Eric Hobsbawm, vivemos na “Era dos Extremos”. Para ele, “nosso mundo corre o risco de explodir ou implodir. Não sabemos para onde estamos indo, mais uma coisa é certa: se a humanidade pretende ter um futuro reconhecível, ela não pode ser uma simples continuação do passado ou do presente.”

Nesse cenário, a educação é o elemento indispensável para a transformação da consciência ecológica. Mas precisa ser reformulada, questionada, repensada. É fundamental para nós professores, não nos limitarmos à sala de aula, lousa e giz, para não corrermos o risco de formar pessoas alienadas. É necessário estimular reflexões sobre os vários processos históricos que nos trouxeram a realidade de hoje, estimulando ações para soluções dos problemas. Tudo isso pode parecer muito simples, mas trata-se de uma mudança radical na escola, e a escola precisa estar disposta para essas mudanças, pois dentro do espaço escolar é possível aprender pequenas ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e do planeta, já que esse é o verdadeiro objetivo do projeto.

Educação pela Comunicação: Como formar cidadãos

Primeiro surgiram os livros. Depois vieram os jornais e as revistas. No século 20, inventaram o rádio, o telefone e a TV. Hoje há também o celular e a internet.

A evolução nas tecnologias de comunicação e informação provoca profundas mudanças na maneira como os seres humanos vivem, pensam e trabalham.

Agora, para ser cidadão, é preciso aprender a navegar num oceano de informações. E a escola, o lugar tradicionalmente dedicado ao ensino e à aprendizagem, à transmissão de informações, tem que introduzir a comunicação.

Informação é poder. Temos que aprender não só a comunicar, como a ler criticamente as informações que recebemos.

Não há maneira mais simples e prática de fazer isso do que criando produtos de comunicação. Ao produzir um jornal, um site, uma história em quadrinhos, um fanzine, um vídeo, um programa de rádio, aprendemos a nos comunicar.

Ao comunicarmos, aprendemos a “gramática” dos meios de comunicação – além de sermos obrigados a organizar as informações. Para fazer um bom jornal é preciso saber português, matemática, história, geografia, biologia, design, informática...

A educação pela comunicação é um ótimo jeito de formar cidadãos para uma sociedade em que a informação e o conhecimento valem cada vez mais.

Fonte: FERNANDO ROSSETTI, jornalista, educador e consultor; coordena no UNICEF o projeto Educação, Comunicação & Participação

terça-feira, 27 de maio de 2008

Etiqueta na internet é etiquenet?


Olá, meu nome é Carlos e sou professor de filosofia na Dinorá.

A ética é um dos temas que discutimos em nossas aulas, podemos dizer que a etiqueta é uma mini-ética. Não falar de boca cheia, usar as palavras mágicas como por favor, obrigado, com licença, fazem parte da etiqueta de nosso dia-a dia. E na internet? Existem algumas regrinhas básicas de etiqueta que devemos observar para não sermos considerados no mínimo mal-educados. Vamos pensar sobre elas?

• No ambiente virtual sério não existe anonimato, devemos nos identificar e evitar apelidos. Em outros ambientes mais informais devemos usar apelidos..

• Tanto nos ambientes formais como nos informais não podemos confundir nossa vida privada, nossa intimidade com nossa vida pública. Por segurança não devemos expor a nossa vida, detalhes de nossa família, endereços, telefones. Existem pessoas mal-intencionadas e com tempo para “caçar” inocentes na net. Intimidade é para amigos não para conhecidos..

• No mundo virtual existem locais para todos os tipos de interesse e devemos respeitar a sua finalidade, não fica estranho num site religioso ficar utilizando palavrões e num site punk ficar fazendo pregações religiosas?.

• Um blog, como esse, não é lugar de bate-papo informal como de um botequim, não é o local adequado para fofocas, falar mal dos outros. Podemos estar “queimando nosso seu filme” e de nossa escola..

• Se provocados, não devemos responder. A pessoa que “zuar” ou “apavorar” quer a nossa atenção, ela vai “morrer de catapora” se for ignorada e pode se adequar ao ambiente visitado..

• O que nos falamos o vento pode levar, o que escrevemos fica registrado. Antes de escrever um bilhete, um torpedo, um post, devemos sempre pensar se seremos bem interpretados. A linguagem escrita exige um pouco mais de reflexão..


Você se lembra de mais alguma “etiquenet”? Comente e acrescente!.


Fui!.

Carlos.