quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Sementes da amizade
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Harmonia na horta
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Tempo de plantar, tempo de colher....
Colhida e consumida ainda verde, a abobrinha tem casca macia e é composta de aproximadamente 94% de água, o que a torna um dos vegetais com menores taxas calóricas: uma xícara de abobrinha crua fatiada, por exemplo, possui cerca de 20 calorias apenas. Versátil e saborosa, a abobrinha é muito usada na nossa culinária, consistente, mas de fácil digestão, ela traz nutrientes como a niacina (que auxilia o metabolismo) e vitaminas A, C, complexo B e folato.
Dica: Quando for preparar a abobrinha, evite descascá-la, pois é ali que fica a maior parte de seus nutrientes. No máximo, raspe a casca com uma faca para tirar partes machucadas.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Pimentas na horta mandala
Fonte: VAINSENCHER, Semira Adler. Pimenta. Pesquisa Escolar On-Line, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: Fundação Joaquim Nabuco
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Estufa: uma opção de cultivo para o ano todo
Confira:
Reproduzir um ambiente onde é possível criar e manter condições ambientais para o cultivo de plantas, independente da estação do ano ou de fatores como temperatura, umidade e luminosidade externa. Com este objetivo, foi construída a estufa da Escola Estadual Profª Dinorá P. R. Brito, em São José dos Campos (SP), onde é implementado o Projeto “Mão na Terra”, coordenado pela professora Rosa Maria Sousa Santos.
“A estufa da escola é de estrutura de madeira revestida com tela do tipo mosquiteiro; o custo é menor, mas exige maior atenção quanto à conservação e manutenção”, explica a professora Rosa. De acordo com ela, pode-se usar como opção bambu ou material reciclado. “Nos depósitos de ferro velho, encontramos facilmente materiais alternativos que podem ser adaptados para a estrutura da estufa. É só usar a criatividade”, continua.
Cuidados básicos
Ao montar uma estufa, escolha um local ventilado, mas evite ventos laterais.
Locais pouco ventilados, segundo a professora Rosa, favorecem a propagação de fungos, ácaros e outros agentes prejudiciais às plantas. Sobre o projeto
O projeto Mão na Terra surgiu para possibilitar aos alunos da Escola Estadual Dinorá P. R. Brito a vivência de práticas ambientais corretas. "São vários os desafios que precisamos superar para que os alunos possam vivenciar e desenvolver essas práticas na escola, pois o caminho para um mundo mais justo, ético e sustentável é o fortalecimento dessas experiências", explica a professora Rosa.
Veja também os destaques Vamos incrementar nossa horta escolar e Vamos construir uma horta mandala, no Escola em Ação.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Construções sustentáveis
Tanto na fase de construção como na fase de ocupação, as habitações geram resíduos e consomem recursos.
1. Planejamento Sustentável da Obra
2. Aproveitamento passivo dos recursos naturais
3. Eficiência energética
4. Gestão e economia da água
5. Gestão dos resíduos na edificação
6. Qualidade do ar e do ambiente interior
7. Conforto termo-acústico
8. Uso racional de materiais
9. Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amigáveis
Agradeço a Prof. Denise Gavinha pela visita à sua construção sustentável. Fonte: IDHEA - Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
A magia das cartas
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
De peça em peça
Optamos por reduzir os deslocamentos e centralizar as atividades sociais.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Pensar a cidade como lugar para todos
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mão na Terra é notícia
De acordo com a professora Rosa, o intercâmbio de sementes realizado com os alunos do professor de geografia Rogério, da Escola Municipal João Brasil, proporcionou a valorização de práticas ambientais já existentes nas duas escolas, possibilitando aos alunos novos conhecimentos, fortalecendo princípios como cooperação e solidariedade, em vez da valorização da cultura de consumo e do individualismo.
A troca de sementes começou na escola paulista depois da instalação da horta. Os alunos foram incentivados a trazer sementes de casa e a trocar com os colegas de sala.
“Com a atividade, os alunos descobriram que é muito fácil cultivar, mesmo em vasinhos feitos em pet, para plantar temperos e ervas medicinais. Descobriram também que essas plantas podem ser usadas para alimentação e tratamento alternativo para várias doenças. A ação acabou envolvendo toda a família e multiplicando-se na comunidade”, explica Rosa dos Santos.
Aumentando a abrangência
“Por que não transpor os muros da escola e trocar sementes com alunos de outras localidades?” Perguntou-se, então a professora Rosa, a partir do sucesso da iniciativa. Através da Internet, ela conheceu o trabalho do professor Rogério, que também desenvolve atividades de educação ambiental na sua escola. “No primeiro contato, mandamos sementes de alfazema, girassol e flores, e eles nos retribuíram com feijão guandu e manjericão que foram plantados imediatamente na horta mandala”, diz a professora.
Desdobramento da iniciativa
De acordo com Rosa dos Santos, junto com as sementes, os alunos escreveram cartas, contando sobre o projeto desenvolvido na escola, o lugar onde vivem e dando dicas de como cuidar das sementes que estavam enviando. “Essas trocas proporcionam novas descobertas e experiências, estimulando a leitura e a escrita, e a reflexão sobre o lugar onde vivem”, explica.
Segundo a professora, os alunos também perceberam na prática que a preocupação com a saúde e a busca de uma alimentação com produtos de boa qualidade e sem agrotóxicos é global e só a reflexão sobre o impacto de nossas ações no planeta é que nos permite buscar um futuro mais sustentável.
Três dicas:
A professora Rosa dá três dicas para quem quiser replicar a iniciativa da troca de sementes:
- estabelecer a responsabilidade da troca, pois quem escreveu e enviou suas semente não quer ficar sem resposta;
- organizar e acompanhar os alunos na redação das cartas;
- usar sementes de fácil cultivo. "
Para conhecer o Escola em Ação aqui
