sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Você sabe o que é Economia Solidária?

Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem. A economia solidária vem se apresentando, nos últimos anos, como inovadora alternativa de geração de trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário. A economia solidária aponta para uma nova lógica de desenvolvimento sustentável com geração de trabalho e distribuição de renda, mediante um crescimento econômico com proteção dos ecossistemas. Seus resultados econômicos, políticos e culturais são compartilhados pelos participantes, sem distinção de gênero, idade e raça. Implica na reversão da lógica capitalista ao se opor à exploração do trabalho e dos recursos naturais, considerando o ser humano na sua integralidade como sujeito e finalidade da atividade econômica .
Será que a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável, solidário e inclusivo só será possível com uma nova educação para a economia solidária?
Referências: Economia Solidária

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vamos Trocar Sementes?

Hoje colocamos em prática uma ideia antiga,
a de trocar sementes com alunos do Prof. Rogério, que leciona geografia na Escola Municipal João Brasil em Niterói/RJ e desenvolve um projeto ambiental muito interessante na sua escola.
Este intercâmbio proporciona a valorização de práticas ambientais já existente entre as duas escolas,
possibilitando aos alunos novos conhecimentos, fortalecendo princípios como cooperação e solidariedade, ao invés da valorização da cultura de consumo e do individualismo.
Enviamos, entre outras, sementes de alfazema e Girassol, que foram colhidas na horta da escola. Agora é só plantar...
Bom Cultivo!
Conheça o trabalho de educação ambiental do Professor Rogério : Em cada canto um canteiro cultivado

sábado, 22 de agosto de 2009

Curupira - Guardião das Florestas

Dia do Folclore - Você conhece o curupira?

Tem muita gente que diz e que jura que já viu por aí o Curupira, um gênio misterioso e poderosíssimo que assombra e protege as florestas do Brasil. Qualquer pessoa que derrubar, sem motivo, as árvores ou caçar os animais do mato é punido por essa criatura mágica. Esse guardião das florestas tem muitas formas e maneiras de ser, de acordo com a região do Brasil em que aparece. Na Amazônia, por exemplo, quem já viu diz que ele é um índio bem pequenininho, careca e com o corpo coberto de pêlos. Ali, ele é conhecido como "Curupira", mesmo, e anda por todo o Nordeste montado em um porco-do-mato, coelho ou veado. Já no resto do Brasil, ele é conhecido como Caipora. Em Pernambuco, dizem que ele tem uma enorme cabeleira vermelha e anda acompanhado pelo cachorro Papa-mel. Mas, uma coisa nunca muda, em todas as histórias de Curupira: ele tem os pés virados para trás, ficando, portanto, com os calcanhares para a frente. Quem tenta persegui-lo não sabe, pelas pegadas deixadas no chão, se o geniozinho está indo ou voltando! Não é prático?! E o Curupira é maluco por fumo. Quem o encontrar no meio do mato e lhe der um cigarrinho ou cachimbinho, pode contar que terá, daí para diante, caça e pesca à vontade. Dizem que, para quebrar o encanto do Curupira, o caçador ou lenhador por ele perseguido deve fazer três cruzes de pau e colocá-las no chão, formando um triângulo. A criaturinha se demora desfazendo as cruzes e o caçador consegue fugir. Dizem que qualquer barulho que ecoe pela floresta ou qualquer árvore caída é trabalho do Curupira. Isto porque, para ver se as árvores estão firmes e resistem à tempestade, ele bate em seus troncos com um machado e, às vezes, com o próprio calcanhar. Para castigar os que caçam ou cortam as árvores sem necessidade nas florestas, o Curupira - ou Caipora - aparece sob a forma de animal. O caçador segue o bicho mato a dentro e acaba se perdendo.

Quantos Curupiras você acha que seriam necessários para dar jeito no desmatamento do Brasil?

Esta história, muito conhecida do folclore brasileiro, veio de um estudo realizado por Câmara Cascudo sobre vários mitos do Brasil .

Fonte: Minguau Digital

Imagem: Carlos Ranna

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Muda-mundo

"Não posso continuar sendo humano se faço desaparecer em mim a esperança" Paulo Freire
As aulas recomeçaram depois de serem adiadas por conta da nova gripe (infecção pelo vírus influenza A(H1N1)). Na escola, agora, é fácil encontrar copos descartáveis e muito material para higiene: - sabão, álcool gel e toalhas de papel. É claro que a melhor solução seria uma vacina eficiente, mas, enquanto isso não acontece, a “ SEE - Secretaria de Estado da Educação está colocando em prática uma série de iniciativas para combater a gripe suína que deverão ser utilizadas em sala de aula para estimular os alunos a manter os hábitos de higiene que ajudam a evitar a contaminação pelo vírus da gripe suína”.
Alguns fatores são importantíssimos quando falamos de prevenção, não só de epidemias: a questão do elevado número de alunos por sala de aula, e não se trata apenas de salas pequenas e mal ventiladas, mas também no desconforto da infra estrutura deteriorada. Não é outro risco, interferindo também na aprendizagem?
Na realidade, tentar resolver essas questões é falar de cidadania, uma “cidadania possível”, que até hoje nunca se completou efetivamente na nossa sociedade.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Educação...

“Estamos convencidos de que qualquer esforço de educação popular, esteja ou não associado a uma capacitação profissional, seja no campo agrícola ou no industrial urbano, deve ter, pelas razões até agora analisadas, um objetivo fundamental: através da problematização do homem-mundo ou do homem em suas relações com o mundo e com os homens, possibilitar que estes aprofundem sua tomada de consciência da realidade na qual e com a qual estão." Paulo Freire

Imagem: Parque Burle Marx ( Parque da Cidade)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Volta às aulas...

“O Homem não teceu a rede da vida, ele é só um dos seus fios. Aquilo que ele fizer à rede da vida, ele o faz a si próprio.” (Chefe Seattle)

A volta às aulas é sempre uma alegria para todos nós e vale lembrar que agir de modo sustentável é não perder de vista o significado e a importância de atitudes voltadas para a necessidade de usar os recursos naturais com responsabilidade e sem desperdício, levando em conta não só as necessidades e os direitos desta geração, mas também as necessidades e direitos das futuras gerações.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sensoriamento remoto na escola

Com o objetivo de disseminar o conhecimento de tecnologias espaciais para professores, foi realizado no INPE o XII Curso de uso escolar do sensoriamento remoto no estudo do meio ambiente. Esse encontro visa o desenvolvimento de um projeto ambiental através do uso de Sensoriamento Remoto.
O projeto ambiental já acontece na escola, agora é só incorporar o uso da tecnologia espacial como ferramenta para compreensão da dimensão dos problemas ambientais.
Clique aqui para mais informações sobre os cursos do INPE para professores.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Mudanças climáticas e Educação ambiental

É um desafio traduzir para nossos alunos como as mudanças climáticas nos afetam e, para isso, é necessário envolve-los, ao invés de tratá-los como observadores pacíficos ou vítimas.
A alfabetização ecológica é fundamental na formação de alunos informados e envolvidos na construção de respostas aos desafios, não só para seu próprio aprendizado e desenvolvimento como cidadãos críticos, mas para a concretização de conhecimentos que podem acrescentar principalmente à sua realidade.
Com um pouco de criatividade é possível criar métodos eficazes para a promoção da educação ambiental na escola e de uma nova leitura do mundo. Um projeto pedagógico que contemple a alfabetização ecológica, parecida com a que Fritjof Capra desenvolveu em Berkeley, na Califórnia. Os alunos são estimulados desde cedo a perceber como o universo funciona, como as leis da vida se manifestam, e isso se dá de forma prazerosa através de atividades regulares na horta, como preparar a terra, adubar, semear, colher e observar a mãe natureza.
Capra explica de forma clara e objetiva nos seus livros como o universo se divide em redes e como essas redes se comunicam entre si, e como aquilo que se observa nos bastidores da vida, nas estruturas na natureza, garantindo a sobrevivência dos ecossistemas durante milhões de anos, poderia inspirar as ações da sociedade na direção da sustentabilidade.
Uma de suas previsões mais importantes remete a um cenário de conflito entre duas correntes que deverão predominar neste século:
a do capitalismo globalizado, concentradora de renda e que submete os recursos naturais aos interesses do capital,
e a das comunidades sustentáveis, que devem se multiplicar pelo mundo privilegiando os projetos ambientalmente saudáveis, com menos consumo de água, energia limpa, redução do volume de lixo e valores não consumistas, privilegiado as hortas comunitárias e a economia solidária.
Como dizia Chico Science: “ De que lado você samba?”
Imagens: Horta Mandala da Escola Dinorá no dia 30/07/2009.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Atitudes que fazem a diferença

De maneira geral, é possível dividir as atitudes individuais que podem ser tomadas em três categorias:
1.A primeira é formada por ações que dependem exclusivamente do cidadão e de baixíssimo custo para o indivíduo – às vezes, podem até gerar retorno financeiro, como tomar banho em menos tempo ou regular o motor do carro.
2.O segundo grupo engloba ações que envolvem maior custo (financeiro, físico, emocional), mas que ainda dependem apenas da vontade individual: por exemplo, comprar produtos certificados (em geral, mais caros) ou reduzir o consumo de carne.
3.Já a terceira categoria de atitudes depende da facilitação de outros atores. A decisão e a iniciativa de deixar de usar carro, por exemplo, estão intrinsecamente ligadas a uma oferta razoável de transporte coletivo de qualidade. Até mesmo a troca do automóvel por uma bicicleta depende da existência de ciclovias seguras.
A seguir, alguns exemplos de ações – incluídas em uma ou mais dessas categorias – que podem fazer a diferença na hora de ajudar a mitigar as mudanças climáticas.
- Evite luzes ou equipamentos ligados quando não necessário.
- Desligue os equipamentos da tomada, em vez de desligar apenas no comando. Os aparelhos em modo stand-by continuam consumindo energia.
- Antes de comprar um novo equipamento, verifique a etiqueta de consumo de energia e o selo do Procel e escolha aquele que consome menos energia.
- Reduza o tempo no banho, pois isso poupa água e ajuda a diminuir o consumo de energia.
- Procure utilizar os transportes coletivos. E, para distâncias curtas, opte por se deslocar a pé ou de bicicleta.
- Reduza a quantidade de sacolas plásticas nas suas compras, utilizando sacola de pano ou caixas plásticas reutilizáveis para compras maiores. Recuse embalagens em excesso.
- Separe os resíduos orgânicos dos recicláveis (plásticos, vidros, latas, papéis) e os encaminhe para a reciclagem. Se houver espaço no quintal construa uma composteira para produzir adubo com o lixo orgânico.
- Pressione o governo para o cumprimento de políticas públicas que promovam a mitigação (diminuição das causas) e a adaptação aos impactos irreversíveis das mudanças climáticas nos diferentes setores, como energia, transporte, florestas, saneamento, produção agrícola e pecuária.
- Pressione as empresas de produtos eletroeletrônicos das marcas que você consome para que disponibilizem produtos mais eficientes no consumo de energia e por informações sobre a eficiência energética dos produtos.
- Pressione as empresas das marcas que você consome para que criem alternativas para que nós, consumidores, possamos mudar de forma mais significativa nossos hábitos de consumo.
O que está em jogo
O "Relatório do Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) 2007/2008 " (PDF 8.730 KB - Baixar Arquivo) considera que o combate às alterações climáticas é um exercício que atravessará gerações. “Para a geração atual, o desafio é manter uma janela de esperança aberta mediante a redução das emissões de gases de efeito de estufa. O mundo tem uma oportunidade histórica para iniciar esta tarefa”. Isso sem esquecer de esperar pelo avanço das negociações para o segundo período do Protocolo de Quioto, que começa em 2012. “O acordo seguinte poderá marcar um novo rumo, impondo limites rigorosos nas emissões futuras e fornecendo estrutura para uma ação internacional em comum. As negociações poderão avançar no sentido de se definir metas quantitativas até 2010”, diz o documento. É importante ressaltar que essas iniciativas estão diretamente ligadas ao consumidor, pois “uma ação governamental que objetive alterar estruturas de incentivos para os consumidores e investidores representa um passo eficaz e fundamental para uma mitigação efetiva das alterações climáticas”, como diz o documento do Pnud. Assim, como bem expressa o relatório, “o que caracteriza os seres humanos – talvez mais do que qualquer outra coisa – é a nossa capacidade de pensar e conversar uns com os outros, de decidir o que fazer e depois fazê-lo. Precisamos fazer um bom uso desta quintessência humana tanto no sentido de uma preservação sustentada e racional do meio ambiente como de uma erradicação coordenada da pobreza e da privação. O desenvolvimento humano envolve ambas”.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

GEODEN - GEOtecnologias Digitais no Ensino

O GEODEN é um projeto educativo desenvolvido pela Profª. Drª. Angelica Di Maio que por intermédio do uso de geotecnologias em ambiente de rede, desenvolve noções de cartografia, sensoriamento remoto, sistema de informação geográfica, visando o estudo do espaço geográfico e suas transformações. Estruturado em módulos, com textos, exercícios, curiosidades, leitura complementar e sugestões de "sites" para interação. Para a realização de exercícios utiliza-se o SIG (Sistema de Informação Geográfica) de domínio público SPRING (Sistema de Processamento de Informações Georreferenciadas), desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais).
Vale a pena conferir!
Mais informações aqui

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Lixo espacial

Impressionante não??
É uma simulação da ESA (Agência Espacial Européia) para mostrar onde estão os mais de 12 mil satélites artificiais da Terra, colocados em órbita por foguetes nos últimos 50 anos. Olhando para ela, fica mais fácil entender como, apesar de todo o esforço de rastreio feito por agências espaciais ao redor do mundo, dois satélites, um russo e um americano, já colidiram no espaço.
Algumas ações (por enquanto ainda tímidas) têm sido realizadas para se enfrentar o problema do lixo espacial, mas qual seria a solução?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Controle alternativo de formigas

As formigas causam sérios danos as nossas plantas e para não ter prejuízos com as espécies cortadeiras (saúvas e quenquéns), é preciso controlá-las, pois cortam folhas e flores, acabando com hortas, pomares e até árvores. Curioso é que as formigas não preferem um tipo de folha em especial - atacam plantas deficientes e fracas.
Prevenção
- Barreiras físicas: proteger árvores e mudas, usar cones invertidos de lata, plástico, folha metálica. O princípio de funcionamento é impedir que formigas cheguem às folhas.
-Plantas repelentes ou tóxicas: hortelã, batata-doce, salsa, cenoura, mamona e gergelim funcionam como repelentes ou intoxicantes. Deve-se plantá-las em volta de áreas de cultivo. Elas funcionam bem quando a infestação é baixa.
- Algumas substâncias químicas caseiras perturbam o formigueiro, como o sal, cinza, vinagre, cal e calcário. O sal e o vinagre não podem ser usados em terra de plantio, mas sim em calçadas, muros, estradas, pois inibirá o crescimento das plantas.
O Manejo correto do solo ainda é a melhor maneira de evitar o aparecimento das formigas que procuram áreas limpas para se instalar, o solo sem cobertura e pouca matéria orgânica é o ideal para elas. Devemos sempre trabalhar com um solo cheio de vida e rico em matéria orgânica.
Formicida Natural
50 litros de água
10 kg de esterco fresco
1 kg de melado ou açúcar mascavo
Misturar bem todos os produtos, depois deixar fermentar durante uma semana.Coar com um pano e aplicar dentro do formigueiro na proporção 1 litro de produto para cada 10 litros de água, até inundar o formigueiro.
Outra alternativa é usar o Gergelim preto, que é plantado em moitas ao redor das áreas atacadas ou que devem ser protegidas.

Fonte: Alternativas Ecológicas para Prevenção e Controle de Pragas e Doenças (Inês Claudete Burg e Paulo Henrique Mayer)

terça-feira, 30 de junho de 2009

HOME - O mundo é nossa casa

Home - O mundo é a nossa casa, é um documentário do diretor francês Yann Arthus-Bertrand que pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária.

Já é possível assistir pela internet uma versão em português aqui

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Saco é um saco

Qual o custo ambiental de uma sacola plástica descartada de forma incorreta?
A quem afeta o consumo excessivo e incorreto desse material?
Assista ao filme preparado pelo Ministério do Meio Ambiente e veja como este problema afeta a todos, inclusive você.


Fonte:
MMA

sexta-feira, 26 de junho de 2009

When you feel it, it´s already too late

De forma criativa e impactante, o filme da Global Warning - uma ONG que se dedica a produção e divulgação de estudos de impacto ambiental - chama atenção para a interdependência entre os diversos sistemas vivos do planeta. Muitas vezes não nos damos conta de como nosso estilo de vida tem efeitos sobre o meio ambiente, com impactos imediatos sobre outros sistemas vivos. E mais dia menos dia, todos nós vamos sentir esses impactos.


Fonte: Akatu

quinta-feira, 25 de junho de 2009

I Congresso Nacional sobre Economia Solidária, Resíduos e Reciclagem

O I Congresso Nacional sobre Economia Solidária, Resíduos e Reciclagem tem o objetivo de divulgar a produção científica e tecnológica nacional em temas na área de Resíduos, Reciclagem e Economia Solidária além de aumentar o intercâmbio entre os diversos pesquisadores, profissionais e estudantes na temática.
Dias: 26 e 27 de novembro de 2009, na cidade de São Carlos/SP.
O prazo para envio e inscrição de resumos vai até 30 de junho de 2009. Mais informações aqui

sábado, 20 de junho de 2009

Inverno

O Inverno iniciará às 02h45 do dia 21 de junho de 2009 . Nesta estação, que compreende os meses de junho, julho e agosto, as temperaturas são climatologicamente amenas. Localidades como Campos do Jordão, Itapeva, São Antônio do Pinhal e muitas outras cidades, situadas em lugares altos no Estado de São Paulo, registram valores negativos de temperatura. Outro aspecto meteorológico que se observa durante o inverno, são as constantes inversões térmicas que causam nevoeiros e neblinas. Estas inversões, muitas vezes, permanecem durante o período da manhã. O nevoeiro consiste na existência de gotículas d’água que flutuam no ar e reduzem a visibilidade a menos de 1000 m. Além da redução da visibilidade, um outro fator importante é o alto índice da umidade relativa do ar, cujos valores alcançam até 98% no período da manhã. O contrário ocorre no período da tarde, após a dissipação do neveoiro, quando o índice da umidade relativa do ar diminui consideravelmente, chegando a registrar valores de até 40%. O ar seco e o vento calmo favorecem a formação da bruma - substâncias sólidas suspensas na atmosfera, tais como poeira e fumaça - poluindo o ar.
Fonte: INPE

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ação coletiva faz a diferença

Olá! Recebi por e-mail do Prof. Paulo da FUNDHAS e compartilho com vocês:

Olá, Profª. Rosa!
Hoje fomos até a escola, eu e as crianças da
FUNDHAS. Levamos composto feito na unidade, ferramentas, mudas de couve-flor e beterraba. Combinei com a Profª. Denise e juntos com a turma da Profª. Tatiana, fomos plantar. Foi um momento rico onde as crianças curtiram e participaram muito empolgadas. Você iria adorar, a energia estava contagiante.
Já marcamos uma próxima atividade.
Dê uma espiada nas fotos que meus alunos tiraram.
Um abraço e até mais.
Prof. Paulo
Prof. Paulo, Parabéns!
Adorei ver as crianças com as mãos na terra, plantando, participando, trocando experiências. São essas atitudes que promovem a aprendizagem significativa, ações em sintonia com a realidade do aluno, permitindo-o vivenciar, experimentar e refletir sobre suas ações para transformar o lugar em que (com)vivem. Paulo Freire já dizia que cidadania é algo que se aprende e, portanto, se ensina!
Obrigada a todos vocês.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Aprendizagem significativa


Um dos grandes desafios para o educador hoje é tornar a aprendizagem significativa, ou seja, construir novas possibilidades de conhecimento e ação. Não tenho dúvidas de que as atividades do projeto são positivas. A cada nova atividade realizada na escola questiono a relação entre o discurso e a prática, a eficácia das ações que promovem autonomia e mudança de postura, pois, para que a aprendizagem aconteça, precisamos vivenciar, relacionar e encontrar sentido para aquilo que estamos aprendendo. ( José Moran, USP)
Realizar o projeto Mão na Terra na escola possibilitou um olhar crítico no cotidiano dos alunos, seus problemas e dificuldades, assim como os desafios enfrentados para formar  cidadãos, autônomos, competentes e conscientes da necessidade de mudanças, possibilitando uma nova leitura do mundo para muitas possibilidades de ação.
“A alegria é o que sentimos quando percebemos o aumento da nossa realidade, isto é, de nossa força interna e capacidade de agir. Aumento de pensamento e de ação, a alegria é o caminho da autonomia individual e política. A tristeza é o que sentimos ao perceber a diminuição da nossa realidade, de nossa capacidade para agir, o aumento de nossa impotência e a perda de autonomia. A tristeza é o caminho da servidão individual e política, sendo suas formas mais costumeiras o ódio e o medo recíprocos.” (Marilena Chauí)